O que fazer quando sua Parceira passou por um Trauma Sexual e não consegue fazer Sexo com você

Você conversa sobre sexo com sua parceira? Muitos casais não tem esse hábito e acabam não percebendo que o sexo pode entrar em declínio (ou não existe) por causa de algum trauma sexual que a parceira tenha tido no passado.

Homens também passam por traumas sexuais, isso é bem verdade quando vemos dados sobre Ejaculação Precoce, por exemplo, em que uma das causas mais frequentes do surgimento desse distúrbio é alguma situação constrangedora, ou intimidadora; pela qual o homem passou.

trauma sexual

Nosso cérebro processa essa situação como uma experiência ruim e cria um bloqueio psicológico sobre o ato.

Podemos até não ter medo ou rejeição pelo sexo, mas os efeitos físicos surgem através da ejaculação rápida, sem controle e sem orgasmo ou prazer.

Menos prazer ainda para a parceira que nem começou a ficar quente e o homem já está nas finais na hora H!

Então, isso serve tanto para você quanto para sua companheira. Se vocês ainda não têm o hábito de conversar sobre sexo, eu aconselho que comecem agora mesmo, para que você saiba mais sobre as preferências e bloqueios que sua amada possa ter enfrentado e que pode repercutir na vivência íntima entre vocês.

Porque saber do possível trauma sexual é tão importante?

Simples: bloqueios sexuais atingem mais mulheres que homens. Até para você, que possa estar sofrendo com a ejaculação precoce, é importante abrir o jogo com sua parceira para que o tratamento adequado tenha efeito mais rápido e de forma mais eficaz.

Quando o casal conversa sobre suas limitações e desejos, a relação se faz muito mais saudável e existe compreensão mútua para o benefício sexual do homem e da mulher.

Por onde começar?

Agora, quando se trata de ajudar sua parceira com algum trauma sexual que ela tenha sofrido é preciso mais tato e mais paciência para conseguir abrir um diálogo com ela, e claro que se vocês se amam, isso não pode ser ignorado.

Naturalmente as mulheres já possuem mais processos envolvidos para se atingir o orgasmo e quando há um histórico de abuso ou humilhação sexual, verbal ou física, o quadro psicológico é prejudicado e o trauma sexual se torna uma trava para a saúde do relacionamento na fase adulta.

É complicado, para nós homens, entender realmente quais as dificuldades sexuais que as mulheres passam.

Quando nos deparamos com um caso de trauma sexual da companheira parece que congelamos e logo tomamos a decisão mais equivocada: insistir no ato sexual.

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Isso mesmo, conheço muitos relacionamentos que terminam porque a mulher não aguenta mais a insistência do homem e não consegue simplesmente falar da situação com o parceiro, porque não acredita na compreensão masculina ou possui outros agravantes, que só um bloqueio desse nível poderia causar.

A solução não é insistir e nesse artigo você irá descobrir quais atitudes devemos tomar para ajudar a parceira a enfrentar esse problema, a fim de que a saúde da relação e do sexo sejam restaurados.

Também é importante para identificar se a falta de libido da parceira é devido a algum trauma sexual e se existem outros fatores impedindo sua amada de se soltar na cama.

Quando você entender os efeitos que um trauma sexual  pode causar ao relacionamento,  será possível identificar os sinais da sua parceira e oferecer alternativas que farão bem à ela.

Mas antes, vamos entender do que se trata um trauma sexual, de forma resumida, apenas para darmos início à compreensão da situação.

O que é um Trauma Sexual e porque ele é tão perigoso?

“Nossos cérebros são esculpidos por nossas experiências da infância. O maltrato é um cinzel que modela o cérebro para o confronto com a adversidade às custas, porém, de feridas profundas e permanentes”. Martin Teicher, MD.PhD. – Professor de Psiquiatria em Harvard

O trauma sexual é um bloqueio criado a partir de uma experiência de abuso ou humilhação, seja de fator psicológico, físico, verbal ou sexual.

Não necessariamente o trauma sexual será uma experiência que envolva estupro ou abuso sexual, muitas vezes o trauma pode ser originado a partir da falta de atenção ou atitudes abusivas do homem sobre a mulher em um relacionamento passado.

O que precisamos entender é que existe toda uma cultura que implanta determinadas lições patriarcais na educação e orientação das mulheres em nossa sociedade.

Então, desde cedo, muitas mulheres são levadas a criar (sem perceber ou saber) uma dependência emocional muito grande e, seja pela sua dependência, insegurança ou medo, a maior parte dessas mulheres acabam se envolvendo com homens machistas e abusivos.

Claro que não temos como aprofundar muito nessa questão dos “porquês e comos”, não somos psicólogos, mas recebo diariamente questionamentos de homens que acham que suas parceiras simplesmente não têm tesão por eles.

Porque eles ejaculam rápido demais e por diversas vezes, logo, a dado momento da relação, a parceira não demonstrará mais satisfação ou interesse pelo sexo.

O importante, quando se chega a esse ponto, é procurar entender e dialogar com a parceira para tentar descobrir as possíveis causas dessa rejeição e se ela realmente está relacionamento com a falta de controle da ejaculação do parceiro.

Quais as possíveis causas do Trauma Sexual na mulher?

Parte dessa falta de interesse sexual da parceira pode sim estar relacionado à ejaculação precoce do parceiro, na qual o homem se encontra incapaz de satisfazer a parceira e não procura o tratamento necessário para eliminar de vez essa disfunção.

Entretanto, também há casos em que a mulher realmente não tem vontade sexual. As pessoas tem ritmo sexual diferente, como afirma a psicóloga Tatiana Patti:

“Cada um tem seu ritmo. Há os que gostam muito de sexo e têm muita disposição física para a prática e há pessoas que gostam pouco. Isso varia, mas não quer dizer que por gostar menos exista algum distúrbio”

Mas é preciso estar atento aos sinais que a parceira demonstra quando o assunto é sexo, pois também existem fatores que prejudicam a vontade e a libido feminino.

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O trauma sexual pode ser causado por experiências afetivas desagradáveis, que a mulher teve em relacionamentos anteriores: um namorado extremamente possessivo, um marido abusivo e agressivo, paqueras que não deram certo e foram mais ameaçadores que agradáveis…

Também pode ser causado por uma educação extremamente conservadora e tradicional, repelindo toda abordagem ou contato sexual, fruto de nossa sociedade masculina e patriarcal.

E, por consequência a essa educação, o trauma sexual causa inexperiência e falta de amadurecimento, uma vez que o início da vida sexual pode ter ocorrido apenas devido à dependência emocional da mulher pelo parceiro.

Ou seja, mulheres que tiveram experiências amorosas ruins, transformam o comportamento de forma a repelir qualquer contato sexual e íntimo em relacionamentos futuros, por isso sua parceira pode não demonstrar estar muito interessada nesse tipo de contato com você pela dificuldade em confiar novamente em uma relação.

Como identificar os sinais

Principalmente quando a mulher não demonstra interesse sexual e evita tocar no assunto com você, mesmo que vocês já tenham uma relação fixa e bem construída afetivamente, existe uma grande possibilidade de haver algo errado com a sexualidade da sua amada.

Em alguns casos mais extremos, pode-se observar níveis de agressividade, quando você tentar uma aproximação mais íntima.

Mas não vá achando que porque em um dia ela estava com aquele fogo todo e no outro não tem a menor intenção de transar com você, existe um problema de trauma que deva ser tratado, pode ser que sim, mas na maior parte desses casos… Ela simplesmente não está afim.

Mulheres tem uma libido diferente da nossa mesmo, isso é fato. É importante que a mulher se conheça sexualmente para saber mostrar ao parceiro esses níveis de excitação e até suas zonas erógenas mais afloradas, mas isso é papo pra outro artigo.

Como ajudar sua Parceira com o Trauma Sexual?

Agora que você já sabe do que se trata um trauma sexual, vamos mudar uma atitude ou outra para ajudar a parceira a lidar com essa situação e melhorar imensamente a relação e o sexo entre vocês!

Assim como homens passam pela ejaculação precoce envergonhados e frustrados, sem saber como curar a ejaculação rápida de uma vez por todas para oferecer mais prazer à sua parceira, a mulher também pode se sentir desolada e sem liberdade para abordar o assunto.

Então, o passo mais importante é conversar tentando abordar o assunto da forma mais natural possível, seja contando algo que já aconteceu com você durante o sexo ou compartilhando uma experiência traumatizante, caso houver.

Assim você poderá facilitar a abertura para entender o que se passa com as emoções da sua parceira e poderá oferecer um laço de amizade e confiança maior para abordar o assunto, mas respeite o limite dela.

Também é importante procurar um psicólogo para aprofundar mais no trauma e oferecer ajuda profissional à parceira, sendo que ela (sua parceira) precisa ter essa aceitação para que haja um tratamento eficaz.

Para facilitar esse diálogo e o desenvolvimento psicológico da sua parceira, essas são algumas das atitudes pelas quais você pode começar para salvar a autoestima da sua parceira e o sexo do seu relacionamento:

#1 – Deixar o passado no passado

Sua parceira criou um escudo para se proteger de possíveis ameaças e novas agressões ao seu estado emocional e íntimo, ela simplesmente não possui segurança e autoestima para lidar com as lembranças ruins.

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Seu objetivo aqui é demonstrar a ela que você é o parceiro ideal para ela e ela poderá confiar em você. Sem cobranças, pois pressionar sua parceira só irá piorar a situação.

Ofereça alternativas para que ela se descubra sexualmente, se ela precisar de um tempo sozinha para conseguir entrar no clima antes que você compareça ou preferir ficar só com a luz apagada, porque não? Pode ser até mais interessante, começar por joguinhos sensuais.

Outra forma muito boa de você começar a enterrar o passado traumatizante dela no passado é através de massagens, sensual ou tântrica. Veja essa dica que separei pra você:

• Sensitive Massagem: Conheça o orgasmo sem penetração •

#2 – Se desfaça das crenças destrutivas

Além da educação e da cultura social, muito da ideologia sexista é disseminada pela mídia e TV e também cria bloqueios em nossas mentes nos fazendo acreditar que é preciso um corpo ideal e um sexo ideal para ser plenamente feliz e completo.

Se afastar desses conceitos é um desafio muito grande, mas contribui para o sucesso do próximo passo abaixo.

#3 – Oferecer uma forma de se Autoconhecer

Não somente em casos de trauma sexual da parceira, mas o homem que possui ejaculação precoce precisa desse exercício de autoconhecimento também.

Percebe como esse fator é importante para mensurar nossos receios sexuais, psicológicos e físicos? Sua parceira precisará da sua ajuda para iniciar uma rotina de meditação, se vocês praticarem juntos, aquele laço de intimidade e amizade será imensamente mais forte.

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É através da meditação que conseguimos desenvolver uma consciência mais pura de nós mesmos e pode permitir que sua parceira ultrapasse barreiras que ela nunca imaginou conseguir.

Praticar Yoga também é uma alternativa incrível no tratamento de trauma sexual, pois a Yoga trabalha no fluxo energético do nosso corpo, ampliando a capacidade de amar, dar e sentir prazer com mais facilidade.

Ou seja, Yoga e meditação libertam a mente!

Como oferecer mais prazer à parceira

Pra você que sofre com ejaculação precoce, ficou curioso sobre as causas dessa disfunção ou deseja se livrar de uma vez por todas desse trauma para satisfazer sua parceira?

Então você já pode fazer parte do treinamento de controle absoluto da ejaculação destinado à homens que buscam superar o trauma de sempre gozarem muito rápido durante o sexo.

Basta clicar aqui ou no banner abaixo para ter acesso imediato ao conjunto de vídeos gratuitos que explicam o passo a passo do treinamento que já transformou a vida sexual de mais de 18 mil homens em todo mundo.

Sem efeitos colaterais e com exercícios práticos esse método oferece uma solução saudável e definitiva contra a ejaculação precoce.

Nos falamos em breve, um abraço.

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