Andropausa: Como o homem deve lidar com a famosa menopausa masculina?

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Você sabia que os homens também sofrem de um tipo de menopausa? Pois é, mas antes de falar da chamada “andropausa”, é preciso saber, em essência, como funciona a menopausa na mulher. Isso deixará ainda mais claro na cabeça dos homens o porquê muitos deles podem estar sofrendo com a chamada “menopausa masculina”.

A menopausa é um período fisiológico que acontece nas mulheres, logo após o término da última menstruação de forma espontânea.

Nesse processo ocorre o encerramento do ciclo menstrual e ovulatório. Neste tempo o corpo deixa de produzir estrogêneo e progesterona, sendo mais comum em mulheres com idade entre 45 a 55 anos.

Já nos homens, o que acontece é um processo chamado de hipogonadismo, que é a queda do hormônio masculino (testosterona) produzido nos testículos.

À medida que a queda se acentua cada vez mais, esse fenômeno é reconhecido como a andropausa. Trata-se de um processo natural de declínio do hormônio e acontece à medida que os homens envelhecem.

O que é andropausa?

A maioria dos hormônios masculinos são produzidos nos testículos e outra pequena porção através das glândulas suprarrenais.

De forma geral, as dosagens anuais de testosterona começam a cair entre os 45 e 50 anos de idade.

A queda deste hormônio, de maneira alguma, atinge o homem na mesma proporção que a menopausa atinge a mulher, pois não se trata de um processo muito complexo e generalizado como a menopausa.

andropausa

Alguns dados baseados em pesquisas científicas apontam que 33% dos homens que estão acima dos 60 anos sofrerão de andropausa, devido à queda na produção da testosterona.

Portanto, é recomendado que a partir dos 45 anos de idade mantenha como rotina a ida ao médico responsável por cuidar da saúde masculina, como o urologista, assim, quando descoberta antecipadamente a chegada da andropausa, os efeitos desse distúrbio será menor.

Quais são os sintomas da andropausa?

A maior dificuldade de interpretar a andropausa no corpo é que ela não acontece de uma hora para outra, pois os sinais costumam aparecer de maneira sutil, levando os homens a se acostumarem com a mudança, não enxergando a necessidade de buscar alguma ajuda profissional.

Portanto, listamos abaixo alguns dos sintomas mais comuns da andropausa para que você consiga perceber qualquer mudança e procurar ajuda médica:

  • Alterações no humor
  • Perda de apetite sexual
  • Queda no desempenho sexual
  • Impotência
  • Alterações na memória
  • Cansaço crônico
  • Perda na massa óssea
  • Diminuição de pelos

Infelizmente a queda na testosterona também influencia diretamente na piora dos níveis de glicose e lipídeos no sangue do homem.

Como a andropausa está relacionada à queda na produção da testosterona, certamente haverá diminuição na contagem de espermatozoides dali para frente.

Esses sintomas  aparecem em determinados tipos de exame que o médico solicitar ou caso ele perceba a queda do hormônio na corrente sanguínea.

Mas, não pense que os médicos levam em consideração apenas o nível de testosterona total no sangue, mas sim aqueles que estão, de forma efetiva, disponíveis na corrente sanguínea e que serão absorvidos pelo organismo.

andropausa

É importante frisar que os sintomas podem não ser os mesmos em todos os homens; isso porque é preciso levar em consideração os hábitos de vida e o processo de envelhecimento em cada um.

O importante é pensar que, os homens que apresentam queda hormonal geralmente apresentam alguns dos principais sintomas, sendo eles relacionados à andropausa. 

Informações relevantes e outros sintomas da andropausa

A diminuição nos níveis de testosterona nos homens faz com que os níveis de estrogênio (hormônio feminino que também é encontrado em níveis mais baixos nos homens) prevaleçam no organismo, deixando o homem  à mercê de um risco maior de sofrer AVC, apresentar problemas cardiovasculares ou formar coágulos no sangue.

Já em homens obesos, os níveis de testosterona tendem a diminuir de forma proporcional ao aumento  da produção de uma enzima chamada aromatase, e que existe logo na gordura abdominal.

Isso porque ela é responsável por transformar a testosterona em estrogênio, causando impotência sexual, baixa libido, cansaço e inúmeros outros sintomas já citados no começo do post.

O uso excessivo de álcool, tabagismo, deficiência de zinco e vitamina C no organismo também são extremamente prejudiciais e podem afetar o coração e o cérebro, que são os órgãos que costumam receber os maiores níveis de testosterona.

À medida que o envelhecimento potencializa a diminuição da produção de testosterona, é recomendado que os homens invistam em uma alimentação saudável, atividades físicas, realização de exames periódicos e reposição hormonal apenas com auxílio médico.

Como funciona o tratamento para andropausa?

Os homens com andropausa geralmente são tratados através de reposição hormonal, mas é importante tirar a ideia da cabeça de que haverá algum tipo de “resgate da juventude” para o paciente que faz esse tipo de reposição.

  • Um dos medicamentos mais comuns no tratamento é o durateston.

O uso de medicamentos para reposição hormonal no tratamento da andropausa só deve ser feito depois depois de o paciente passar por uma avaliação médica e constatar os reais sintomas da andropausa.

Outros fatores que o médico também levará em consideração antes de  dar inicio a esse tipo de tratamento diz respeito à avaliação de questões como apneia do sono, câncer na próstata, distúrbios nas células, entre outros.

Reposição Hormonal:

A eficácia do tratamento por meio de reposição hormonal será feita pelo urologista, através de avaliação e controle dos exames de sangue, a fim de observar todos os efeitos adversos dos procedimentos.

Esse tipo de tratamento tem a intenção de garantir uma melhor qualidade de vida ao homem, garantindo que ele envelheça de forma saudável.

Além disso, tratamentos alternativos, mas que atuam diretamente no controle da andropausa existem e podem ser alinhados aos tratamentos clínicos. 

andropausa

Um dos principais pontos dos tratamentos alternativos, são que não apresentam efeitos colaterais e podem ser realizados por qualquer pessoa, visto que estão relacionados a mudanças de hábitos do dia a dia e que fornecem uma melhor qualidade de vida;

Entre os mais comuns, temos:

  •  Alimentação balanceada – É importante que o homem inclua componentes e substâncias receitadas por um médico, a fim de que o corpo não sofra com a alteração hormonal.
  •  Exercícios físicos – Praticar exercícios físicos para manter a mente e o corpo equilibrados.
  •  Cortar maus hábitos – Diminuir consideravelmente o consumo de álcool e o tabagismo

Tanto a menopausa quanto a andropausa não devem ser motivo de desconforto (apesar de trazerem desconforto) para homens e mulheres.

Procure encarar como um processo natural do corpo humano!

Os Medicamentos mais comuns

O Durateston geralmente é o remédio mais utilizado para tratar a andropausa. No entanto, somente um bom médico poderá dizer qual é o medicamento mais ideal para cada tipo de paciente. As dosagens e o tempo de tratamento nem sempre são os mesmos parta todos os homens.

O importante é sempre seguir à risca a orientação médica e nunca se automedicar ou tomar dosagens maiores que as recomendadas, a fim de não agravar o problema e abrir porta para outras complicações desnecessárias.

Como posso me prevenir?

Por se tratar de uma condição natural e irreversível da saúde do homem, a andropausa não está sujeita a nenhum tipo de prevenção.

Os cuecas apenas precisam aceitar e conviver com essas alterações orgânicas e emocionais do envelhecimento e cuidar para que não apareçam possíveis disfunções ou outras patologias.

A partir dos 40 anos de idade, basta que o homem faça consultas frequentes a um médico de sua confiança, a fim de monitorar os níveis hormonais.

Qual é a relação da andropausa com o prazer sexual?

Os especialistas apontam que a disfunção erétil pode ocorrer em alguns casos de homens com andropausa, mas para que isso aconteça, é preciso que hajam outros sintomas associados a ela como:

  • Problemas vasculares;
  • Neurológicos;
  • Ou anormalidades com outros hormônios que não seja a testosterona.

É importante ressaltar que nem todos os casos de andropausa ocorrerão a diminuição do prazer sexual. O oprazer costuma continuar o mesmo, o que acontece na realidade é que as relações sexuais podem ficar mais espaçadas.

Caso isso aconteça, o recomendado é sempre dialogar com a parceira, pois, ela perceberá a mudança e precisará se acostumar com a situação, pelo menos até o termino do tratamento, para que evite problemas maiores ao relacionamento.

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